Kimi Raikkonen apresentou uma queixa em Montreal alegando extorsão e assédio por parte de uma mulher.

O processo noticiado pelo «The City News» surgiu na sequência de alegações da mulher de uma agressão sexual no bar onde trabalhava no fim de semana do GP do Canadá de F1 de 2016.

As alegações da empregada do bar foram detalhadas no texto de um blog, em que o nome de Raikkonen não é explicitado, mas em que ela diz que lhe agarraram os seios e que um membro da equipa lhe tocou nos genitais.

Um representante legal de Raikkonen referido pelo «The CIty News» afirmou que o piloto da Ferrari nega tanto as alegações como que a conheça ou lhe tenha tocado.

O advogado da mulher diz que a sua cliente não esperava esta reação “Confrontados com estas alegações, estamos obviamente chocados, perturbados por ter sido esta a resposta”, assumiu Jamie Benizri numa citação da publicação canadiana.

Benizri não revelou quanto dinheiro pode estar envolvido pelo meio das alegações, mas os representantes de Raikkonen dizem que é altamente elevado. Já quanto às alegações de chantagem, o advogado da mulher afirmou que “é um pouco mais cortês do que uma oferta para um acordo por dinheiro”.

“O que estávamos à procura era uma oportunidade para nos sentarmos, para chegar a uma resolução com o que aconteceu à minha cliente. Infelizmente, isso foi completamente mal interpretado e acho que eles passaram ao ataque para se defenderem ou frustrar uma ação iminente”, disse Benizri.