Os motores V6 turbo híbridos, que tem sido utilizados ​​na Fórmula 1 desde 2014, têm inspirado os engenheiros de todas as equipas, mas a maioria dos fãs da modalidade rainha do automobilismo não conseguiu habituar-se às complexas unidades de tração nos últimos quatro anos. 

Não só o som dos motores começou por ser inicialmente criticado, mas a verdade é que os novos motores acabaram por resultar num claro domínio da Mercedes nos últimos anos, o que não contribuiu para a popularidade dos novos motores.

Contudo o fim destes motores pode estar  à vista já que o presidente da FIA, Jean Todt acredita que os motores são fabulosos mas demasiado complexos para as necessidades da F1.

“As unidades motrizes actuais são uma verdadeira obra de arte em matéria de tecnologia, mas talvez não seja aquilo que os fãs querem. Acho que é importante que se tente aprender com isso  e propor algo que é suposto ser mais simples. Para mim, o automobilismo é um espectáculo, mas tem que ser também um laboratório para os fabricantes e para as equipas que pode ser rentável em carros de estrada.  Mas se chegarmos à conclusão que fomos longe de mais, talvez seja necessário dar um passo atrás. Tenho certeza de que, com o passar dos anos, o motor será ainda mais eficiente sem o MGU-H”. Afirmou Jean Todt

Novas regras para os motores da F1 podem assim ser definidas já para 2021, até porque o presidente da FIA acredita que: “é preciso tirar uma conclusão das regras em vigor e tentar simplificar um pouco mais as coisas. Eu acho que os fãs querem algo diferente.Nós não precisamos de motores tão complexos para termos um bom Campeonato do Mundo de Fórmula1”.

Recorde-se que a a FIA e a F1 estão a trabalhar nos regulamentos para os novos motores que se espera que possam atrair novos construtores a partir de 2021.