Depois de uma “votação unânime na quinta-feira (…), a Academia vai tomar medidas históricas para aumentar a visibilidade”, designadamente “visando uma duplicação até 2020 dos seus membros femininos ou provenientes” das minorias étnicas, segundo um comunicado distribuído hoje.

“A Academia vai liderar o movimento e não esperar que o setor supere o atraso” em termos de diversidade, declarou a sua presidente, Cheryl Boone Isaacs.

Recorde-se a recente polémica em relação aos candidatos aos Ósacres de 2016. A falta de diversidade racial entre os nomeados tem mobilizado pedidos de boicote à cerimónia de entrega dos prémios. O Presidente da Academia já tinha prometido mudanças.