A atriz, que se reuniu com Hun Sem na quinta-feira, vai fazer uma adaptação do livro “First They Killed My Father” ("Primeiro Eles Mataram o Meu Pai"), em que o ativista dos direitos humanos Loung Ung lembra os horrores vividos durante o regime que provocou quase dois milhões de mortos entre 1975 e 1979.

“(Hun Sen) mostrou o seu apoio ao filme, e disse que vai servir para ensinar a verdade às futuras gerações", disse o porta-voz do primeiro-ministro, Eang Sophalleth, ao diário Phnom Penh Post.

Numa entrevista dada em julho, Jolie disse que a história de Loung Ung a afetou "profundamente" e que a ajudou a aproximar-se dos habitantes daquele país, terra natal do seu filho adotivo.

 

“Fiquei profundamente afetada pelo livro de Loung”, afirmou Angelina Jolie, citada num comunicado da Netflix, acrescentando que o livro a “ajudou a entender melhor como as crianças vivenciam a guerra e como isso as afeta”. 

Este livro “também permitiu que me aproximasse ainda mais dos habitantes de Camboja, o país natal do meu filho”, declarou, referindo-se ao seu filho adotivo, Maddox, que também estará envolvido na produção do filme, segundo a Netflix.