A telenovela “A única mulher” e o filme “Os gatos não têm vertigens” foram os grandes vencedores dos Prémios Áquila, que distinguem as melhores produções portuguesas de televisão e cinema, atribuídos na noite de quarta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian.

“A única mulher”, da Plural Entertainment, arrecadou quatro dos cinco prémios da categoria de televisão: melhor telenovela, melhor ator secundário (Paulo Pires), melhor atriz principal (Alexandra Lencastre) e melhor atriz secundária (Mina Andala). Deixou apenas escapar a estatueta de melhor ator principal, que foi para João Reis, pelo seu desempenho em “Coração D’Ouro”.

Já na categoria de cinema, “Os gatos não têm vertigens”, da MGN filmes, conquistou quatro dos sete prémios: melhor longa-metragem, melhor atriz secundária (Fernanda Serrano), melhor realizador (António Pedro Vasconcelos) e melhor argumento (Tiago Santos).

O “Pátio das Cantigas” foi distinguido com os prémios de melhor ator principal (Miguel Guilherme) e melhor ator secundário (José Pedro Vasconcelos); enquanto “As mil e uma noites: Volume 1, o Inquieto” arrebatou o prémio de melhor atriz principal (Crista Alfaiate).

A organização atribuiu ainda três prémios especiais: o Prémio Condor ao ator João Jesus, que se revelou como ator em “Os gatos não têm vertigens”, o Prémio Fénix ao ator João Perry e o Prémio Excelsior para o projeto português Shortcutz, de divulgação de curtas-metragens.

Esta foi a segunda edição dos Prémios Áquila, uma iniciativa da Fénix Associação Cinematográfica, cujos vencedores são escolhidos pelos espetadores portugueses por votação ‘online’.

Em comunicado citado pela Lusa, a organização indica que “a votação deste ano superou todas as espectativas da 1ª edição”, considerando assim que “os Prémios Áquila afirmam-se no panorama artístico e audiovisual português como as distinções mais participadas”.