Alguma vez se perguntou porque é que nenhum Mínimo é do sexo feminino? De acordo com o criador das personagens, Pierre Coffin, as criaturas amarelas dos filmes de “Gru - O Maldisposto” e “Mínimos” são demasiado “estúpidos” para serem raparigas.
 

“Ao ver o quão patetas e estúpidos eles podem ser, eu simplesmente não consigo imaginá-los como raparigas”.


A pergunta há muito pairava sobre a mente dos fãs, por ser tão invulgar um filme para crianças ter tão poucas personagens do sexo feminino. No filme “Mínimos”, que estreia em Portugal a 23 de julho, há apenas uma mulher como personagem principal: a vilã Scarlett Overkill.

Apesar de todos os Mínimos serem rapazes, alguns surgem nos filmes vestidos com trajes femininos, como quando um deles surge mascarado de empregada de limpeza, em “Gru Maldisposto 2”, ou quando outro surge com duas estrelas-do-mar no peito, ao sair do oceano, em “Mínimos”.

O desequilíbrio entre os sexos coloca outra questão: como se reproduz esta espécie? Segundo o the Wrap, o animador francês afirmou que os Mínimos não se conseguem reproduzir.

Uma das teorias para explicar o seu aparecimento diz que os humanos são transformados em Mínimos por uma máquina, a Minionizer, parecida com a que está exposta no parque temático da Universial Studios. Outra explicação possível é as criaturas serem clonadas, como sugerido num dos short films.

O filme “Mínimos” faturou 100 milhões de dólares no fim de semana da estreia nos EUA. Em Portugal, o filme chega aos cinemas no dia 23 de julho.