O relatório revelado esta segunda-feira pelas autoridades à clínica onde Joan Rivers foi tratada antes de morrer denuncia vários erros médicos graves por parte do estabelecimento de saúde. Erros médicos e não só. Fotografias da equipa médica com a atriz deitada e anestesiada foram encontradas em telemóveis.

A clínica falhou na avaliação dos sinais vitais da apresentadora de 81 anos e também não prestou assistência em tempo, segundo o documento que a CNN cita, embora a agência federal nunca refira o nome da atriz e trate o caso como «paciente 1», de 81 anos, pelo que tudo indica tratar-se do inquérito à morte da celebridade.

O CMS (Centres for Medicare & Medicaid Services) enumera outras falhas do hospital provado de Manhattan, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Desde logo, a clínica não pesou a paciente a fim de saber a dose de anestesia correta.
A lista não se fica por aqui. O inquérito adianta que a celebridade não foi informada corretamente dos procedimentos e dos riscos a que estaria sujeita submetendo-se à operação às cordas vocais.

Joan Rivers morreu a 4 de setembro, vítima de uma paragem cardiorrespiratória.

A clínica já reagiu aos resultados do inquérito e mostrou-se cooperante com as autoridades de saúde.