O diretor do Fantasporto garantiu, esta quinta-feira, que «nunca foi cometida qualquer ilegalidade» na gestão da Cinema Novo, cooperativa que organiza aquele festival de cinema, rejeitando assim as acusações divulgadas, esta quinta-feira, na revista «Visão».

A «Visão» avança que o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) recebeu uma denúncia dando conta de eventuais ilegalidades na organização do festival de cinema Fantasporto, nomeadamente fuga ao IVA e falsificação do número de espetadores.

Numa mensagem enviada à agência Lusa, o diretor do festival, Mário Dorminsky, garantiu que «nunca foi cometida qualquer ilegalidade na gestão da Cinema Novo». «São falsos os factos constantes da súmula já publicada que constituiriam irregularidades», afirma.

Na mesma mensagem, Mário Dorminsky, garante que «com a brevidade possível, tudo será esclarecido de forma inequívoca e sustentada».

De acordo com a Visão, a denúncia «anónima» chegou ao ICA em maio deste ano na forma de um documento, onde «eram reportadas ¿eventuais ilegalidades relativas ao funcionamento e organização do Fantasporto¿».

A «Visão» adianta que o ICA, por considerar que as alegadas ilegalidades ultrapassam as suas competências de fiscalização, enviou a denúncia para a Inspeção-Geral das Atividades Culturais e para a Autoridade Tributária e Aduaneira (Finanças), tendo informado o secretário de Estado da Cultura.

O festival é organizado pela cooperativa Cinema Novo, dirigida por Mário Dorminsky e Beatriz Pacheco Pereira.