O ator britânico Michael Enright, que entrou no segundo filme da saga “Piratas das Caraíbas”- “O cofre do homem morto” – juntou-se às forças curdas na Síria que lutam contra o Estado Islâmico.

Enright sentiu-se horrorizado pelos vídeos publicados pelo grupo extremista que mostram a decapitação de jornalistas e um piloto jordano a ser queimado vivo e, especialmente, pelo facto destas atrocidades terem sido cometidas por um homem britânico.

Segundo a AFP, que cita uma entrevista ao canal Al Aan TV, do Dubai, o ator diz que o grupo terrorista tem de ser exterminado, afirmando estar preparado para morrer por esta causa.

“Eles têm de ser exterminados deste planeta. Não vim para aqui para fugir, vim para lutar e se tiver de morrer, então que morra. Não vi para jogar um jogo”, disse o ator de 51 anos.


Enright não informou família e amigos da sua intenção de partir para a Síria, e só escreveu uma carta quando já estava no curdistão. Na missiva, o ator fez questão de dizer que talvez nunca os voltasse a ver.

Na Síria, Michael Enright já aprendeu as normas islâmicas e mudou o seu nome para Mustafa Michael Ali.