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“Temos de perceber as implicações a longo prazo disto para a nossa memória e como podemos proteger as nossas recordações”, afirmou David Emm, cientista na laboratório de Kaspersky. “Os números de telefone daqueles que nos são mais queridos estão agora a um clique de distânica – por isso já não nos importamos a fixar os detalhes”.


“O ato de esquecer não é inerentemente mau. Somos criaturas que se adaptam e não nos lembramos de tudo porque não é uma vantagem. Mas esquecer torna-se mau quando involve perder informação que precisamos de reter”, assegurou, acrescentando que a confiança nos meios digitais ajudou o nosso cérebro a colocar menos ênfase na capacidade de memorizar.


The Telegraph