Qual é o seu poder e influência?

Desde cedo professores e amigos lhe vaticinaram um futuro assim: promissor, ligado à causa pública, social e política. Foi primeiro-ministro em 1995 e chegou à ONU para assumir o cargo de alto comissario para os refugiados durante mais de uma década. Nos últimos meses de mandato enfrentou uma das maiores dificuldades: a crise dos refugiados abalou as fundações e as convicções da própria Europa. 

A saída da ONU levou António Guterres a perder algum poder efetivo, mas no capítulo da influência continua a somar pontos. Tem um lugar no conselho de Estado por convite do Presidente. Por cá e em especial lá fora goza de ovada aura política, sendo agora candidato a secretário-geral da ONU.

A sua influência é duradoura?

Aos 67 anos, ganha novo fôlego na longevidade com a corrida ao cargo de secretário-geral da ONU. Enfrenta vários candidatos e também os padrões pré-definidos que o sucessor de Ban Ki Moon deve ter. Contra tudo isso continua nos lugares da frente e a sua candidatura tem sido aplaudida dentro e fora das Nações Unidas

É rico?

Não se lhe conhece uma grande riqueza patrimonial. É, de resto, um homem muito discreto

 

A TVI e a TVI24 elegeram os 30 portugueses mais poderosos e divulgam a lista, nome a nome, a cada dia do mês de agosto.  

Esta eleição é da exclusiva responsabilidade da Direção de Informação da TVI e da TVI24.