Os três artistas reúnem-se em torno da multiplicidade orgânica da obra de Fernando Pessoa e não na sua superfície, propondo
um conjunto, a um tempo divergente e convergente, de proposições.
Hugo Canoilas reconstrói o espaço expositivo com
paredes de papel pintadas.
Thomas Kratz trabalhou in situ em directa relação com a obra de Hugo Canoilas, cuja natureza
condiciona verdadeiramente o espaço e a leitura das obras que ali se mostram.
Giannis Varelas, por outro lado, enviou
as suas obras, um conjunto de sete pequenas máscaras negras de influência modernista instaladas sobre uma parede do espaço.
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Programação - Semana de 10 de Fevereiro a 16 de Fevereiro