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Tejo: espuma branca não se deve a crime ambiental

A origem do manto de espuma está numa descarga de água numa barragem junto a Vila Velha de Ródão

Por: Redacção / VG  |  26- 2- 2010  16: 38

Rio Tejo

A GNR informou esta sexta-feira que o manto de espuma branca que apareceu nas águas do rio Tejo, a montante de Vila Velha de Ródão, não se deve a crime ambiental.

Uma fonte da GNR, citada pela Lusa, disse que «não há situação que leve ao levantamento de qualquer contra-ordenação, nem há crime ambiental».

«Depois de acompanhado o manto de espuma e de se terem efectuado diligências para determinar a sua origem», foi concluído que a mesma «está numa forte descarga de água efectuada na Barragem de Cedillo (fronteira com Espanha), junto a Monte Fidalgo (Vila Velha de Ródão)», declarou a mesma fonte.

«Alguma poluição que já exista na água e as micro algas que também são vulgares no rio nesta zona, associadas à força da água devido à descarga, formaram o manto de espuma que desde esta madrugada é visível no rio Tejo», adiantou.

O ambientalista Samuel Infante já tinha admitido, ao início da tarde, que «esta situação pode acontecer devido a uma descarga industrial, mas também pode ser consequência das descargas das barragens de Alcântara e Cedillo, que estão na sua cota máxima».

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