“Eu estava a falar com a minha namorada ao telemóvel, mas o que realmente gostávamos de fazer, no fim de cada telefonema, era parar de falar um com o outro. Ficávamos ali apenas a ouvir a respiração um do outro e era bonito”.

“Foi tão íntimo que decidimos tentar fazer um evento de encontros, onde as pessoas não falam e fazem apenas contacto visual. As pessoas já não fazem tanto contacto visual como antes”.



“Com as palavras, estamos a apresentar uma ideia de nós próprios: isto é quem eu digo que sou. Mas muitas vezes não estamos a dizer que realmente somos. Podemos ver quem as pessoas realmente são ao olharmos para os seus olhos, porque eles não mentem”.









“Foi uma boa experiência. Atingimos um nível de proximidade e intimidade que talvez não teríamos atingido se as pessoas estivessem a falar e a tentar impressionar os outros”, afirmou Lucie, uma das clientes.