Sem lei que o impeça, um passageiro que embarcou, esta semana, no aeroporto de Boston surpreendeu tudo e todos. Levava consigo um animal - e não se sabe se seria de estimação - com nove quilos de peso. Na prática, uma lagosta bem nutrida, que os seguranças fizeram questão de mostrar e partilhar nas redes sociais.

Agentes da Transportation Security Administration (TSA), entidade que zela pela segurança em aeroportos norte-americanos, foram surpreendidos pelo imprevisto passageiro que estava a embarcar: vivo e dentro de um recipiente plástico.

Aparentemente, o transporte de lagostas vivas não é proibido pelas leis aeroportuárias de segurança nos Estados Unidos. 

Uma lagosta viva pode passar, mas deve ser transportada num recipiente plástico, transparente e hermético", refere o folheto com as regras de segurança da TSA, disponibilizado online, citado pela CNN. Onde também se refere que "um agente deverá inspecionar visualmente a sua lagosta no checkpoint".

Terá sido isso que fez o funcionário Michael McCarthy, o qual se fez fotografar com a referida passageira: a lagosta!

À cadeia de comunicação CNN, McCarthy assumiu que nada de errado havia com a viagem da lagosta.

Extraordinário, neste caso era o tamanho do crustáceo", salientou McCarthy, acrescentado que a dita lagosta acabou por seguir a sua viagem.

Viva. Até ver...