“Eu faço mais trabalho de bastidores, por isso não estou sempre no terreno. É uma coincidência eu estar aqui hoje", afirmou a ambientalista à CNN, que vive na ilha há 20 anos e nunca tinha visto um peixe da espécie. 


O corpo foi doado a algumas organizações para investigações científicas.



“Acredita-se que o regaleco mergulha a três mil pés de profundidade, o que o torna impossível de estudar, pouco se sabe sobre o comportamento e a população", escreveu o The Catalina Island Marine Institute, em 2013.