«A ideia do boneco surgiu quando estava no fim da faculdade. Vi que seria difícil entrar numa boa agência, sendo recém-formado, por isso procurei uma forma de me diferenciar. Defini que seria um boneco porque já tinha o material para produzir a maior parte do equipamento. Queria que as agências reparassem em mim e me dessem uma oportunidade», conta Henrique Murate, de 26 anos, ao G1.


 



«Quando pensava em enviar já o imaginava na gaveta, no lixo ou na caixa de spam», relata Murate.



«Fui pessoalmente, sem saber o nome da pessoa a quem deveria destinar o boneco. Quando não conseguia, deixava na receção e explicava a situação», conta.

No total foram 15 dias de entrega durante o mês de novembro.


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