A surpresa não podia ter sido maior para uma mulher de 38 anos que alimentava o desejo de conhecer a mãe biológica.

Depois de um «trabalho de detetive», descobriu que trabalhava na mesma empresa que a mulher que lhe deu a vida. Há quatro anos que as duas partilhavam o mesmo local de trabalho, no Ohio, nos Estados Unidos.

La-Sonya Mitchell-Clark conseguiu o nome da progenitora através do Departamento de Saúde do Ohio que divulgou os registos de nascimento entre 1 de janeiro de 1964 e 18 de setembro de 1996. Procurou o nome, Francine Simmons, no Facebook e foi aí que descobriu que a mãe biológica trabalhava na mesma empresa. 
 
Estabelecido o contacto via Facebook, seguiu-se uma chamada telefónica. 

«Liguei-lhe a perguntar se era a senhora Francine?'. Ela respondeu que sim e eu disse-lhe que achava que era filha dela», contou La-Sonya Mitchell-Clark.

«Engravidei quando tinha 14 anos, tive-a com 15 e fui levada com ela para um lar de colhimento de mães adolescentes. Não lhe dei o nome, mas sempre a tive no meu coração», explicou Francine Simmons, citada pelo «The Independent». 


E esta não foi a única boa notícia. la-Sonya ficou a saber que tem mais três irmãs, e duas delas também trabalham na mesma empresa.