Um cisne da Rainha Isabel II foi encontrado num churrasco nas margens do rio Tamisa, perto do castelo de Windsor.

O pássaro real estava numa zona de picnic, Baths Island, normalmente frequentada por turistas e populares com crianças. O cisne terá sido morto, cozinhado em fogo aberto e a carne retirada antes de a carcaça ter sido deixada no parque.

A descoberta foi feita por guardas do parque em Windsor, Berkshire, no domingo, cerca das 15 horas, que chamaram de imediato a «Swan Lifeline», organização que toma conta de pássaros feridos ao longo do rio Tamisa.

«Eles estavam no meio da patrulha quando nos ligaram a dizer que tinham encontrado o que pareciam ser restos de um cisne cozinhado», revelou Wendy Hermon, coordenadora da Swan Lifeline, à «Sky News Online».

«É absolutamente nojento que alguém tenha feito aquilo. Ouvimos que isto acontece há muito anos, mas nunca tínhamos visto. Cozinhar um cisne e deixar o seu corpo no centro de Windsor com todos os turistas e crianças é absolutamente vergonhoso», acrescentou.

A coordenadora revelou ainda que a carcaça foi levada para o centro Swan Lifeline para ser cremada.

David Barber, o marcador dos cisnes da Rainha, afirmou que ficou chocado com o incidente.

«É uma situação absolutamente chocante e eu estou muito preocupado, mas a polícia já está a investigar o caso», afirmou, acrescentando que «todos os cisnes são considerados pelas pessoas por serem pássaros reais e é um choque para as pessoas verem isto no meio de um parque de picnic numa área pública».

Todos os cisnes do rio Tamisa pertencem à Rainha, além daqueles que estão na propriedade de Vintners.

Os responsáveis pelo incidente enfrentam uma pena máxima de seis meses de prisão e uma multa de 5 mil libras porque os cines estão protegidos pela Lei de Vida Selvagem e Campo, de 1981.