Dafne e os irmãos, Andrew e Delanie (Imagem CEDAT)




"Todos estes conhecimentos vão servir-me para ajudar crianças sobredotadas, a área à qual eu quero dedicar-me. Quero que minha história abra novas portas às crianças e destrua o mito de que nós não temos infância", contou a jovem na reportagem da BBC.




"Não é porque estou na universidade que não posso continuar a divertir-me, então quando minhas amigas vêm, vemos filmes, conversamos, brincamos, (fazemos) atividades normais", explica.

Mas isso acontece quando ela não está a estudar, a fazer taekwondo (é faixa amarela), a pintar, a tocar piano ou a dar aulas de mandarim a outras crianças sobredotadas.