Parece mentira mas é verdade. Sirgiorgiro Clardy, de 26 anos de idade, processou a Nike e quer 100 milhões de dólares (73 milhões de euros). Este recluso, a cumprir pena em Oregon, nos Estados Unidos, defende que os ténis da marca, em concreto os modelos Air Jordan, devem ter um aviso de que «podem ser uma arma perigosa», escreve o «Huffington Post».

Sirgiorgiro Clardy, um proxeneta conhecido das autoridades, foi condenado em 2012 a uma pena de 100 anos de prisão, por vários crimes como, por exemplo, «ofensas graves à integridade física». Ainda de acordo com a mesma notícia, numa ocasião o recluso pontapeou, quase até à morte, um cliente de uma das suas prostitutas, que não quis pagar o acordado. Noutra situação, agrediu com tanta violência uma das raparigas, que a deixou a sangrar das orelhas.

No entanto, Clardy considera que parte da culpa dos crimes é da Nike. Alega que os produtos devem conter informações sobre «o seu potencial uso, riscos e perigosidade» e, ao não colocar avisos de «possível arma que pode causar dano e até morte», a marca falhou no devido alerta.

De acordo com o jornal «Oregonian», a queixa já deu entrada na justiça e a Nike vai ser notificada para responder às alegações do queixoso.