Sinta-se como um prisioneiro nazi (por apenas 44 euros)

Hotel no noroeste da Alemanha foi uma prisão do regime de Adolf Hitler e agora promete oferecer a mesma experiência aos turistas

Por: Redação / SP    |   26 de Maio de 2011 às 21:16
É uma ideia no mínimo um bocadinho mórbida: em Hamelin, no noroeste da Alemanha, um hotel propõe aos turistas reviver a experiência dos presos do regime nazi. O Stadt Hameln foi uma prisão política do governo do III Reich, para onde eram enviados os dissidentes do regime: pelo menos 474 presos morreram no edifício.

Agora a administração do hotel, entretanto reconvertido num luxuoso espaço que merece a classificação de quatro estrelas, propõe aos turistas reviver o ambiente dos presos políticos do regime de Hitler por 44 euros. O programa chama-se «Festa na prisão» e inclui guardas prisionais e a farda às riscas azuis verticais.

Segundo noticia o italiano Corriere della Sera, o programa está a ter uma grande adesão de turistas que desejam sentir-se como um preso político do regime de Hitler, mas sem inconveniências tão incómodas como o espectro da morte. Por mais alguns euros, pode-se até experimentar o menu «bebida e pasta de prisioneiro».

Claro que os sobreviventes e familiares de vítimas do regime nazi não gostaram da ideia. Dizem que é ofensiva e de mau gosto. Por isso já manifestaram o desagrado à administração do hotel, que respondeu que não vê nenhuma diferença entre recriar as prisões nazis ou recriar o ambiente de recriação da idade média.
PUB
Partilhar
EM BAIXO: AUSCHWITZ - prisioneiros
AUSCHWITZ - prisioneiros

COMENTÁRIOS

PUB
Tudo «ilegal»: resolução que dividiu o BES e retirada da garantia de Angola

Medida do Banco de Portugal que criou o Novo Banco foi «excessiva, desnecessária e desadequada», segundo o ex-administrador do banco, Rui Silveira, que também não poupa críticas a Passos Coelho, que fez uma «desrespeitosa interferência». Quanto à decisão «unilateral» de Luanda, também esteve ferida de «ilegalidade». Se fosse ele a responder às autoridades angolanas, teria agido «judicialmente» para impedir que a garantia se perdesse