Um museu russo contratou uma gata como funcionária depois de uma partida do dia das mentiras, 1 de abril. Agora, o animal é o porteiro do edifício, tem horário de trabalho, hora de almoço e salário.

Maray, a gata, era uma visitante assídua do museu de história de Serpukhov, no sul de Moscovo. Os trabalhadores do museu apegaram-se ao animal e acabaram por batizá-la de Anna Maraeva, em homenagem a uma ex-funcionária apaixonada por felinos. O animal era conhecido de todos os que habitualmente andam pelos corredores e fazia as delícias dos visitantes com a sua simpatia.

No dia das mentiras, 1 de abril, a equipa do museu de história resolveu pregar uma partida. Escreveram então uma carta em nome do felino pedindo trabalho, enviaram-na para os órgãos de comunicação russos alegando que a mesma tinha sido enviada para os recursos humanos do museu e que o animal tinha sido contratado.

Como sou um familiar direto de Anna Mareava, peço-lhe para me dar um emprego no seu museu”, lê-se na carta ‘assinada’ por Maray, a gata.

 

Os media russos levaram a piada a sério e entraram em contacto com o museu para obter mais informações sobre a insólita contratação e a nova funcionária.

A pressão mediática levou a direção do museu a contratar, realmente, a gata para porteira do museu. De acordo com uma funcionária, citada pelo site Buzzfeed, Maray trabalha das 9:00 às 17:00 com direito a uma pausa de uma hora para almoço e uma caminhada. Para o tratamento ser completo, a gata tem ainda uma tenda para poder dormir à noite.

[Foto: Twitter]

Todas as pessoas que trabalham no nosso museu adoram a Maray. Muitos trazem comida de casa para lhe dar e tiram fotografias com o animal”, disse Nina Strelkova admitindo que a gata tem conquistado os visitantes que também tiram selfies com ela.

Para já o museu diz não ter planos para novas contratações de felinos mas no futuro, nunca se sabe.