babysitters

A empresa funciona a partir de  marcações num site e conta já 200 clientes regulares, a quem fornece amas ou baby-sitters.

Em entrevista à CNN, Noa Mintz explica que ou faz os trabalhos de casa ou trata das marcações.

«Eu não sou uma estudante de A +. Definitivamente travei uma luta com a escola, [mas] ao ter este negócio, percebi que inteligência para os livros e a escola não é o mesmo que inteligência empresarial. Eu tentei conduzir o negócio para me dar mais confiança na escola», afirma.

A jovem diz ainda que decidiu criar o negócio depois de más experiências com babysitters e amas que os pais contratavam para tratar dos quatro filhos.

Se esta história prova alguma coisa, é que o sucesso não exige que se seja um excelente aluno.

«Primeiro tenho de terminar o ensino secundário, e então talvez eu lance outra empresa. Vamos ver», respondeu Noa Mintz quando questionada sobre o que pensa fazer no futuro.