A lei sul-coreana proíbe as tatuagens e leva a que 20 mil profissionais trabalhem clandestinamente. Os tatuadores enfrentam revistas contínuas, multas pesadas e até penas de prisão.

A legislação define as tatuagens como um procedimento médico que só pode ser realizado por pessoal certificado em clínicas e hospitais oficiais.

«Existem possibilidades de legalização dentro de três a cinco anos», afirmou à Agência Efe, Him Ki-bok, membro da associação Tattooist, que funciona como um sindicato.

No ano passado, foi apresentada no parlamento uma proposta para legalizar a atividade. «Cada vez há mais pessoas que querem fazer tatuagens e 99 por cento são feitas em estúdios ilegais», disse Kim Chon-jin, deputado que defende a aprovação.