Tim Cannon, um conhecido «hacker» norte-americano residente em Pittsburg, estado da Pensilvânia, implantou um «biochip», do tamanho de um smartphone, por baixo da pele de um braço que diz ser um novo passo na evolução humana.

Segundo publicou o «Mashable», o chip «Circadia 1.0» é capaz de monitorizar os sinais vitais de Tim e depois transmitir os dados recolhidos, por Bluetooth, para o seu telemóvel.

Cannon explicou ao canal de Youtube «Motherboard», que o sistema é capaz de «enviar uma mensagem se achar que tenho febre», por exemplo.

O dispositivo que o norte-americano implantou é uma versão protótipo de uma série que a sua empresa «Gringhouse» pretende lançar.

A ideia é criar uma linha de chips mais eficientes, capazes de monitorizar até a pulsação, e com um tamanho menor, menos visível na pele.

Segundo Cannon as capacidades do chip vão chegar ainda mais longe. «Se eu tiver um dia stressante, o Circadia pode comunicar com a minha casa e providenciar uma atmosfera mais relaxantes para quando eu chegar: diminuir as luzes, preparar um banho quente.»

O sensor é recarregado sem uso de fios e tem embutido um conjunto de lâmpadas LED, capazes de emitir luz mesmo por baixo da pele.

O mais assustador de todo o procedimento é o facto de Tim ter realizado a «pequena modificação corporal» a sangue-frio, sem anestesia, uma vez que este tipo de intervenções ainda não foram autorizadas, ou consideradas seguras, pela comunidade médica.

O «conhecido» Hacker e a sua equipa esperam que os primeiros chips estejam prontos dentro de alguns meses e apontam que venham a custar ao utilizador cerca de 500 dólares (cerca de 371 euros).

No entanto, como as cirurgias ainda não estão aprovadas, os compradores terão de recorrer a pessoas como Steve Haworth, que fez a cirurgia de Cannon, e que diz cobrar 200 dólares (148 euros) pela intervenção.