"Alguém tocou no meu ombro. Quando me virei para trás, o acusado pediu-me instruções sobre como chegar ao centro comercial. Guiei-o e em seguida perguntei-lhe porque me tinha tocado, mas não percebi a linguagem dele. Ele tocou na minha mão. Eu puxei-a e então pedi que ele me acompanhasse até à esquadra. Ele recusou-se. Os meus dois colegas apresentaram as suas identificações policiais. Ele recusou-se a ir com ele e quando tentaram levá-lo, ele agrediu-os", afirmou a agente da polícia, em declarações a um jornal local.