“O Facebook acha que eu sou terrorista”. Foi desta maneira que Isis Anchalee, desabafou no Twitter que o Facebook lhe tinha desativado a conta por considerar que Isis não era o seu nome, mas sim uma referência ao grupo extremista do Estado Islâmico.

No entanto, a conta era verdadeira e para a reaver,a engenheira de São Francisco, Califórnia, teve de travar uma luta com o Facebook no Twitter, já depois de ter enviado  uma cópia do seu passaporte à rede social de Mark Zuckerberg, para comprovar que o seu nome verdadeiro era Isis e que não se tratava de um perfil destinado à divulgação das ideias do Estado Islâmico. 
 

“Facebook, porque razão bloquearam a minha conta pessoal? O meu nome verdadeiro é Isis Anchalee”.


A rede social não lhe deu resposta, e Isis não desistiu de reaver o seu perfil pessoal apagado incorretamente. Numa nova mensagem, a engenheira diz mesmo que "aparentemente, enviar-lhes uma cópia do passaporte não é suficiente para reabrirem a conta".
 

Mas a situação estava complicada de se resolver e só à terceira tentativa é que a jovem teve uma resposta, por parte de um empregado do Facebook, Omid Farivar, que lhe pediu desculpa pelo sucedido e lhe prometeu que a conta seria reativada em breve.
 

“Isis pedimos desculpa pela situação. Não sei o que se passou. Comuniquei a situação às pessoas certas e estamos a trabalhar para resolver o problema. A sua conta deverá estar ativa em breve. Mais uma vez, pedimos desculpa.

 
Pouco tempo depois, a engenheira de São Francisco dava conta da boa nova: a conta tinha sido reativada.
 

No entanto, esta não foi a primeira vez que Isis teve de explicar o seu nome e dar provas do mesmo. No Twitter, a engenheira revela que já enfrentou problemas parecidos com motoristas da Uber e da Lyft.