As autoridades chinesas de Hebei, na China, encerraram um museu que tinha em exposição cerca de 40.000 mil peças falsificadas, entre eles um jarro que supostamente pertencia à época da última dinastia imperial.

Depois de ser alvo de uma investigação, alegadamente por denúncias feitas pelos moradores, várias peças foram marcadas para não induzir em erro os visitantes, noticiou a Agence France Press.

O consultor do museu, Wei Yingjun, admitiu o problema no entanto considera que também existem «itens autênticos no museu», o equivalente a cerca de 80% de peças, avança o jornal Telegraph.

O museu Jibaozhai, em Jizhouum, tem 12 salas de exposição e teve um custo de 67 milhões de euros.