Uma mulher aparentemente grávida de 41 semanas deu entrada num hospital de Cabo Frio, no Brasil, com dores de parto, pelo que foi alvo de uma cesariana de emergência quando os médicos não detetaram o coração do bebé. Este foi o diagnóstico. O que a equipa médica não contava é que ao abrir a barriga da mulher não estivesse lá nenhum feto.

A mulher apresentou-se no hospital com uma barriga grande e com uma caderneta de grávida que indicava que o tempo de gravidez já tinha sido ultrapassado, pelo que os médicos avançaram logo para a cirurgia.

Afinal, tratou-se de um caso de Pseudociese, ou seja, uma gravidez imaginada, um estado que é desencadeado psicologicamente e que faz com a que mulher tenha os mesmos sintomas físicos que uma grávida verdadeira.

Este não foi, no entanto, o primeiro caso da mulher de 37 anos. O companheiro de 23 anos revelou que a mulher tinha «dado à luz» um menino, mas que este nascera morto, embora não tivesse certidão de óbito da criança e não tivesse visto a criança porque estava a trabalhar.

A sogra, por sua vez, também manifestou as desconfianças. Como conta o «Globo», a mulher vinha desde dezembro de 2012 a anunciar a gravidez, mas «o bebé nunca mais nascia» e, feitas as contas, qual é a criança que nasce com 12 meses.