«Querido Papai Noel, me chamo Zélia, tenho 56 anos, trabalho de carroça e não tenho como fazer uma festinha de natal para os meus nove netos que moram comigo», este foi o início da carta, divulgada pela G1.

Amanda Emídio, consultora de vendas, viu o papel no chão enquanto aguardava na fila de uma loja para pagar as compras. «No primeiro instante eu nem liguei. Quando li os primeiros dez segundos e pensei que fosse uma criança, porque era uma carta muito simples. Quando vi que era uma senhora, fiquei em choque», disse.

Passado o choque, a mulher resolveu juntar algumas pessoas para conseguir comprar bens alimentícios para a consoada e ir em busca da autora da carta.

«Foi uma bênção que Deus me deu. Meus netos vão passar um Natal bem feliz», esta foi a reação de Zélia Silva quando viu chegar um carro cheio de alimentos para a consoada.

Essa atitude não tem presentes, dinheiro que pague. É muito gratificante mesmo», disse outra das pessoas que colaboraram no cabaz de Natal.