Por: Judite França / e Sara Marques | 10- 11- 2011 20: 0
Passos Coelho garantiu que não há «almofada» para devolver um subsídio aos funcionários públicos e pensionistas. Nem as
«cativações» que o PS sugere, nem a diminuição dos juros pelo empréstimos da troika.
Mas no meio do debate parlamentar
sobre o Orçamento do Estado, há frases que merecem destaque: algumas são inusitadas, outras ficam na memória, umas são enganos
e as últimas servirão para os próximos embates políticos.
«Dr.º Seguro, meta-se na sua chinela. Mal estava o país,
se o senhor fosse líder da oposição»
(Jerónimo de Sousa, PCP)
«Não pedimos mais dinheiro, nem mais
tempo»
(Passos Coelho sobre o programa de assistência)
«O senhor escreveu no seu twitter que não
iria aumentar impostos»
(António Filipe, PCP, para Passos Coelho)
«Não fazemos malabarices como no
passado»
(Passos Coelho)
O Governo «estanca o défice pondo os trabalhadores e as classes sociais
a sangrar em vida»
(Jerónimo de Sousa, PCP)
Só apresentam medidas «que não passam de cócegas» para
que os mais têm»
(Jerónimo de Sousa, PCP)
«OE não tem almofadas, folgas ou espaço de manobra»
(Passos
Coelho)
«Não daremos tréguas enquanto não chegarmos a uma situação em que possamos dizer aos portugueses que
não lhes será exigido mais um euro de impostos para que o Estado cumpra as suas funções».
(Passos Coelho)
«Eu
não acuso este OE de excesso de prudência, mas acuso-o de excesso de crueldade e de mentira»
(Francisco Louçã,
BE)
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