
Constança Cunha e Sá critica o sigilo com que o Governo tratou a questão das reformas antecipadas.
A comentadora explica que «houve uma quebra de confiança entre o Governo e o eleitorado e os parceiros sociais».
Constança Cunha e Sá diz que «o contrato foi quebrado unilateralmente por uma das partes, à socapa».
«Mais grave» ainda, «não houve um ministro que desse a cara por isso».