
A violência na síria parece não ter fim. As constantes denúncias de atrocidades ainda não são o suficiente para que o «mundo» entre em campo. Esta é a posição da Amnistia Internacional que depois de dois meses no terreno repete a questão que o povo sírio não se cansa de repetir: «por que o mundo não faz nada?».
A Amnistia Internacional acusa o governo de damasco de crimes contra a humanidade. É um relatório demolidor para o regime de Bashar Al-Assad. São setenta páginas repletas de relatos de atrocidades contra a população civil, entre elas os casos de rapazes retirados de dentro de casa e executados frente às famílias.
A denúncia parte de Donatella Rovera que passou dois meses na Síria, principalmente no norte, a ver e ouvir todo o tipo de atrocidades contra as populações civis:
A Organização Internacional dos Direitos Humanos pede à ONU que leve o regime de damasco ao Tribunal Penal Internacional. A Amnistia Internacional lamenta o falhanço do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a questão síria.