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Coreia do Norte pode ter deixado 20 mil a morrer de fome e doença

Prisioneiros comiam ratos e sapos para tentar sobreviver

Por: Redacção / CF    |   2013-09-06 13:44

Da Coreia do Norte chegam suspeitas de que 20 mil pessoas tenham sido deixadas a morrer à fome e à doença num campo destinado a dissidentes do regime que entretanto fechou.

O alerta é dado pela Comissão para os Direitos Humanos na Coreia do Norte (HRNK), com sede em Washington, nos Estados Unidos, e que se baseia em testemunhos de quem conseguiu escapar da malha apertada de Kim Jong-Un, incluindo antigos guardas do ditador ou sobreviventes dos campos e ainda com recurso a imagens satálite.

O campo encerrou no final do ano passado e tinha uma área gigante, do tamanho de Londres, descreve o «The Telegraph».

Os prisioneiros eram obrigados a comer ratos, sapos e até a procurar comida entre os dejetos dos animais. Em nome da sobrevivência.

As Nações Unidas não conseguem «furar» as fronteiras da Coreia do Norte. Kim Jong-Un limita-se a dizer, contrariando todos os relatórios, que respeita os direitos humanos.

Apesar do fecho deste campo, estima-se que mais 130 mil pessoas estejam detidas em outros campos espalhados pelo país.

Há temores de que até 20 mil podem ter sido autorizados a morrer de doença ou de fome na corrida para o encerramento do campo no final do ano passado.

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EM BAIXO: Kim Jong-un (KCNA)
Kim Jong-un (KCNA)

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